Autoridades se reúnem nesta quinta-feira com camelôs para combater pirataria
por O Caxiense | 01/12/2010 às 14:49
Uma reunião na manhã de quinta-feira (2) discutirá a pirataria no Camelódromo de Caxias e as providências que devem ser tomadas para sua erradicação.O encontro, conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego, Guilherme Sebben, terá proprietários de bancas e representantes do Município, da Polícia Federal, da Polícia Civil, da Brigada Militar e do Ministério Público, às 9h30, na prefeitura.
A reunião foi organizada após a decisão do poder municipal de intensificar o combate a artigos falsificados e sem procedência que hoje são vendidos no Camelódromo. Em outubro, integrandes das secretarias de Desenvolvimento e de Urbanismo já haviam conversado sobre a questão com o presidente da Associação Camel Shopping Tropical (nome oficial do Camelódromo), Gilberto Lima dos Santos.
“O pessoal quer ganhar mais e sabe que tem quem compre para o Natal. Dissemos para não estimular isso, para não trabalhar com ilegais. Sempre tem produto pirata no camelô, eles vendem o ano todo, mas agora é a safra deles, de brinquedo e eletrônico. Antes que eles se munissem para o Natal, pensamos em dialogar”, disse Sebben em entrevista que está na reportagem de capa da edição 52 do jornal O Caxiense.
O secretário alertou que, depois do encontro, quem continuar com a comercialização de produtos ilegais no Camelódromo poderá ter sua licença de funcionamento cassada e a banca substituída por outra empresa.
“Vamos todos nessa reunião para ouvir o que a prefeitura vai propor”, diz Santos.
No dia 17 de novembro a Receita Federal realizou uma operação no Camelódromo, recolhendo produtos de origem duvidosa, avaliados em mais de R$ 1 milhão. A ação não teve relação com as mudanças propostas pela prefeitura de Caxias.
Foto: camelôs estão sendo pressionados para deixar de vender artigos piratas ou de procedência não comprovada | Crédito: André T. Susin/O Caxiense
15h51 | 1º.dez.10
















Comentários
1 de December de 2010 às 16:50
O problema é mais evidenciado nos vendedores ambulantes ao longo da Av. Júlio e cercanias. Há inclusive prédios tombados pelo Patrimônio Histórico servindo de ” display” de DVDs e CDs e outras traquitanas. Jamais entendi por que não se estende uma prerrogativa de atuação nesse sentido à Guarda Municipal.
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