“O negócio é enganar”
por O Caxiense | 13/12/2009 às 13:04
A declaração acima é de um médico que despacha cada paciente em no máximo quatro minutos. O sindicato pede aumento de 264,83% para ele
Passam nove minutos do meio-dia de uma quarta-feira. Na Unidade Básica de Saúde (UBS) Cinquentenário, uma mulher abre a porta de um dos consultórios do postinho e grita: “Sirlei!”. Depois vai embora. Sirlei, que estava sentada em um banco de madeira em frente à porta, se levanta e entra na sala. É a sua vez de consultar o médico. Mas a conversa dela não dura mais do que quatro minutos. Do lado de fora é possível ouvir quando o médico carimba um documento e diz “pronto”. Sirlei então se levanta, vai até a porta sozinha e repete o gesto da mulher que foi atendida antes dela: anuncia o nome da próxima paciente e vai embora.
A cena vai se repetindo a cada quatro minutos – às vezes menos, mas nunca mais do que isso. É sempre igual: uma pessoa sai da sala, chama a seguinte e vai embora. No banco de madeira em frente ninguém conversa. Apenas ficam atentos à porta, pois a qualquer momento podem ter seu nome anunciado.
A cena causa estranheza a quem se depara com ela pela primeira vez. Mas não impressiona os pacientes. Eles já estão acostumados. A repórter pergunta: “Dá tempo para conversar sobre o quê nesses quatro minutos?”. “Nada”, diz um deles, enquanto os outros repetem a mesma resposta ou acenam positivamente com a cabeça.
O último paciente deixa o consultório às 11h44min. Exatamente um minuto depois, o médico finalmente se levanta, apaga a luz e vai embora, sem sequer olhar para o banco onde já há outras pessoas aguardando atendimento do médico que ocupará aquela mesma sala depois.
O montador de móveis Vanderlei Silva, 43 anos, um dos pacientes que passaram pela sala desse profissional que resolve tudo em quatro minutos, diz que não gosta de reclamar dos médicos, porque não entende de medicina. Mas confessa que esse contato relâmpago não lhe agrada. “Eu monto móveis e meu trabalho começa sempre na conversa. Não é só chegar e montar. Eu penso que médico deve fazer o mesmo.”
O médico é Higino Marçal Pessôa, um cirurgião geral que atua na UBS como clínico geral. Ele tem uma cota diária de 16 pacientes para atender – de vez em quando o número varia. Mas o tempo que ele leva para cumprir a tarefa é quase sempre o mesmo: cerca de uma hora. São três horas a menos do que a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirma que o profissional deveria ficar na unidade.
Procurado pela reportagem, Pessôa não demonstra nenhum constrangimento. Pelo contrário. “Para o tipo de atendimento que faço, não são necessários mais do que quatro minutos”, explica. Ele ainda reclama do tipo de trabalho que é obrigado a fazer na UBS. “Primeiro, eu não sou clínico. Segundo, costumo dizer que sou o Doutor Ao. Eu encaminho as pessoas ao ortopedista, ao ginecologista, ao oftalmologista… Minha função é essa. Quando não tenho apenas que receitar algum medicamento. E ninguém precisa de muito tempo para fazer isso.”
Para o médico, o tempo da consulta não tem relação nenhuma com a qualidade de atendimento. “Chega um sujeito com dor de garganta, eu mando ele abrir a boca e identifico o problema. Aí você sugere que eu faça o quê? Peça pra ele ficar mais sete minutos sentado na minha frente porque tem alguém do lado de fora cronometrando o tempo que eu levo para atendê-lo?”
Na última semana, o Sindicato dos Médicos de Caxias do Sul (Sindimed) retomou as negociações com a prefeitura para aumentar o salário dos profissionais que trabalham na rede pública municipal. O presidente do sindicato, Marlonei Silveira dos Santos, se reuniu com o prefeito José Ivo Sartori (PMDB) para pedir aumento à categoria, e o tempo de atendimento nas UBSs voltou à tona. Santos defende que para cumprirem o horário os médicos do SUS, que têm piso atual de R$ 2.055,70 por quatro horas de trabalho, devem receber R$ 7,5 mil, um acréscimo de 264,83%. Aplicando esse mesmo índice nas outras faixas, médicos de seis horas ganhariam cerca de 12,5 mil. O sindicalista acredita na negociação para evitar novas paralisações, como a ocorrida na metade do ano, e afirma que, ganhando bem, os médicos cumprirão o horário nas unidades básicas.
Santos não quis dar entrevista sobre os problemas de descumprimento de horário e as reclamações dos usuários. Mas ao falar sobre o aumento de salário solicitado, declarou: “Se nos pagarem o que estamos pedindo, cumpriremos o horário. Do contrário, a prefeitura continua fingindo que nos paga e nós continuamos fingindo que trabalhamos”.
Santos não é servidor público. Mas ao defender a categoria se coloca como um deles. E encontra respaldo nos colegas de profissão. O médico Higino Marçal Pessôa concorda com a declaração do sindicalista e emenda: “O negócio é enganar. Nesses consultórios do SUS tem um bobo de um lado e um bobo do outro”, diz, referindo-se ao médico e ao paciente.
“Sou o Dr. Ao. Encaminho as pessoas ao ortopedista, ao ginecologista, ao oftalmologista. Minha função é essa”, diz o Dr. Pessôa
Isso que Pessôa classifica como enganação é o que revolta os pacientes que buscam atendimento nos postos de saúde do SUS. A maior parte das reclamações dessas pessoas surge justamente porque muitos médicos, em vez de ficarem quatro ou seis horas na UBS, como prevê o contrato que eles assinaram com o poder público, atendem a uma cota de pacientes e depois vão embora, independentemente do tempo que levaram para cumprir essa tarefa.
Essa cota é calculada dividindo a quantidade de horas que eles deveriam ficar na unidade por 15 minutos, que seria o tempo médio de atendimento para cada paciente. Assim, médicos com contratos de quatro horas atendem a 16 pessoas e aqueles que possuem acordos de seis horas atendem a 24.
A secretária municipal da Saúde, Maria do Rosário Antoniazzi, diz que não reconhece legalmente esse cálculo. Mas em todas as unidades básicas de saúde – que são gerenciadas pela Secretaria comandada por ela – há cartazes avisando sobre as cotas. Os funcionários dos postos agendam as consultas conforme essas cotas. E os pacientes já aprenderam que se não chegarem cedo no posto de saúde não conseguirão fazer sua consulta, pois o número de atendimentos não pode ultrapassar o limite estabelecido.
É por isso que quem busca atendimento de saúde pública precisa chegar cedo na unidade, antes mesmo dela abrir suas portas. Quem passar cedinho por uma delas vai ver filas se formando, às vezes antes do dia amanhecer. E a situação é tão comum – e necessária – que em frente à UBS do Alvorada cartazes pendurados na cerca externa dividem os pacientes em duas filas: uma para clínico geral e outra para ginecologista. Um outro cartaz, ao lado da porta, também avisa que serão distribuídas no máximo 14 fichas para cada especialidade, uma maneira de prevenir o 15º da fila sobre a possibilidade de ele ter saído de casa à toa.
A costureira Rosimari Deitos, 37 anos, já aprendeu: se quiser ser atendida precisa chegar bem cedo. Na última quarta-feira, ela era a primeira da fila. Tinha chegado no postinho do Alvorada às 4h15min para garantir que conseguiria uma vaga para a sogra de 85 anos, que tem trombose e dificuldades para ficar de pé aguardando a UBS abrir. “Ela é idosa e esses pacientes podem marcar a consulta antes. Mas a marcação acontece em um único dia, quando são preenchidas as vagas para toda a semana. E como é bastante gente, nem sempre se consegue. Por isso, para garantir a vaga mesmo, tem que vir cedo e ficar na fila”, explica.
Rosimari repete a rotina uma vez por semana, pois para cada procedimento é necessário ir para a fila e pegar uma ficha. A situação estava tão cansativa para a costureira que ela tomou uma atitude. “Condições de pagar plano particular para minha sogra eu não tenho. Então, comprei um Fusca. Assim, consigo dormir um pouco mais quando preciso vir ao posto e facilito meu deslocamento quando tenho que ir atrás de outras coisas.”
“A prefeitura continua fingindo que nos paga e nós continuamos fingindo que trabalhamos”, diz Santos
Quem não teve a felicidade de poder comprar um Fusca resiste à rotina a pé mesmo, como o segurança Rogério Moraes, 42 anos. Ele diz que faz rapidinho o trajeto da casa dele até a UBS, em 15 minutos. Mas não se conforma com a espera à qual é obrigado a se sujeitar. “Eu trabalho 10 horas por dia de pé e quando preciso vir ao médico tenho que ficar mais duas ou três horas na mesma situação, sendo que às vezes, depois de tudo isso, nem consigo consulta”, conta.
E não consegue mesmo. Não apenas no Alvorada. Na unidade básica do bairro Desvio Rizzo, às 8h30min de quarta-feira a recepção estava lotada. Tão lotada que tinha gente do lado de fora esperando uma cadeira liberar para poder descansar enquanto aguardava sua vez de ser atendido. O movimento só iria acalmar no final da manhã. Mas naquele horário não adiantaria mais procurar a UBS. “Se quiser ser atendido tem que chegar cedo. Sexta-feira passada precisei de dentista, vim para a fila às 6h e consegui. Hoje precisava de um clínico, cheguei às 6h30min e também consegui”, conta a dona-de-casa Izete Consorte, 37 anos.
Izete nem sabe como é a unidade básica depois das 10h30min, porque sempre foi ao local antes desse horário e nunca foi atendida depois. Aliás, pouca gente sabe. Dos pacientes que estavam perto da dona-de-casa na quarta-feira, nenhum soube dizer se o movimento era pequeno ou grande no final da manhã. “Acho que depois das 10h não adianta vir porque não vai mais ter vaga para nenhum médico. Acho que nem vai ter mais médico por aqui”, arriscou Daiana de Oliveira, 24 anos, que trabalha com marketing e divulgação.
Isso só acontece porque grande parte dos médicos atende os pacientes da cota e vai embora, deixando os pacientes que sobraram para o dia seguinte. A situação está tão arraigada que mesmo desgostando do tipo de atendimento que recebem as pessoas acabam se conformando.
Na UBS Cinquentenário, onde a reportagem cronometrou o tempo de atendimento de um dos clínicos, a vigilante Daniela de Oliveira, 30 anos, reclama por perder a manhã cada vez que precisa de qualquer tipo de atendimento médico. Lá, as consultas devem ser marcadas de manhã cedo, como nos outros postos, mas o primeiro médico só chega no posto depois das 10h. “Em qualquer empresa, se você não cumpre horário, é demitido. Mas aqui não. Só que não adianta achar ruim. Isso é assim mesmo. Eu morei no bairro Fátima e lá era a mesma coisa: cada vez que precisava ir no postinho, passava a manhã na função.”
A secretária municipal da Saúde, Maria do Rosário Antoniazzi, concorda com as queixas dos pacientes. Mas, assim como eles, também apresenta um certo conformismo. Ela é categórica ao afirmar que o médico presta concurso público e, portanto, tem obrigação de cumprir o horário. Mas não tem a mesma firmeza no momento de exigir disciplina desses profissionais.
Para Maria do Rosário, o problema não é apenas salarial. É também cultural e próprio da profissão. Ela entende que demitir os médicos, como ocorreria na iniciativa privada, não resolveria o problema. “Eu demitiria esses profissionais e contrataria outros que fariam o mesmo. Enquanto não mudar a cultura dessas pessoas, não vamos conseguir mudar o sistema.”
A secretária afirma que irá negociar o salário dos médicos, embora adiante que os R$ 7,5 mil propostos pelo sindicato são impraticáveis. Para ela, os médicos ainda não perceberam que a profissão deles, assim como várias outras, está sofrendo o que classifica de proletarização. “Eles não se deram conta ainda de que os médicos de hoje não ganham mais tanto quanto ganhavam antigamente”.
Maria do Rosário também acredita que essa mesma evolução de pensamento deve acontecer com os pacientes, que precisam deixar de colocar os médicos em uma condição superior e passar a exigir mais qualidade no atendimento que recebem. “As pessoas não podem mais endeusar os médicos. Têm que cobrar qualidade deles. Se começar a acontecer uma pressão coletiva, vai ficar mais fácil mudar.”
Apesar de todas essas convicções e posições firmes, Maria do Rosário não sabe como resolver o impasse que se coloca entre médicos, pacientes e poder público. “Acredito que isso só vai mudar a longo prazo. No momento, não tenho uma solução para apresentar.”
“Eles não se deram conta ainda de que os médicos de hoje não ganham mais tanto quanto antigamente”, diz secretária
Uma das soluções, no entanto, pode ser encontrada dentro da própria rede pública, no Programa de Saúde da Família (PSF). Nele, o médico não centraliza o atendimento, que é dividido com enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas e agentes comunitários de saúde. Eles trabalham em equipes, visitando famílias, escolas e centros comunitários, dando orientações e palestras e, principalmente, conhecendo seus pacientes, com todas as suas peculiaridades e problemas.
No PSF, que funciona em 16 das 41 unidades, o médico tem uma carga de oito horas por dia – cumpridas dentro da UBS ou em atividades externas – e recebe um salário de R$ 5.250. A secretária Maria do Rosário não acredita que o programa resolva o problema. Mas a médica clínica Silícia Ane Tres, que atende na UBS Esplanada, garante que onde há PSF os horários são cumpridos. “É um trabalho de equipe e muito envolvente, que não acontece só dentro do consultório. Não tem como estabelecer uma cota e ir embora. O médico é obrigado a fazer as oito horas e, às vezes, até mais.”
Os enfermeiros e técnicos da UBS ratificam a declaração da médica e garantem que os profissionais dessa unidade cumprem o horário, inclusive aqueles que possuem outras atividades fora do posto de saúde. Silícia, por exemplo, tem outros dois empregos – no Postão e em uma clínica privada. Mesmo assim, não abre mão de atender atentamente seus pacientes. “Não acredito em qualidade num atendimento muito rápido, porque isso não resolve os problemas das pessoas. Às vezes, elas não precisam só de exames e remédios, mas também de apoio psicológico ou simplemente de atenção. E isso não se faz em poucos minutinhos.”
“Essa tua reportagem também não vai dar em nada, porque o sistema é assim. É uma enganação”, diz o Dr. Pessôa
O posicionamento de Silícia é um contraponto nessa rede na qual quase todos os envolvidos acham que o sistema é ruim e não acreditam em mudança. O médico Higino Pessôa se formou há 36 anos, sempre trabalhou no SUS e garante que a situação só piora. Ele diz que não abandonou a saúde pública ainda porque gosta do que faz, embora não goste da maneira como é obrigado a executar suas tarefas. “Eu tenho 62 anos, já trabalhei em hospitais, plantões, na universidade, e tenho meu consultório. Já vi de tudo. Quando você chegar na minha idade vai entender que não tem o que fazer. Essa tua reportagem também não vai dar em nada, porque o sistema é assim. A saúde pública nesse país é uma enganação.”
Silícia se formou no ano passado e acha que talvez por isso tenha mais esperança do que muitos de seus colegas mais experientes. A médica defende que a remuneração poderia ser maior, que o profissional de saúde deveria ser mais valorizado. Mas acredita que, apesar do sistema, é possível prestar atendimento de qualidade. “Eu gosto do que eu faço, e gosto quando os pacientes saem do meu consultório satisfeitos. O dia em que eu não gostar mais disso, vou deixar meu lugar para outro.”
Foto: Na UBS do Alvorada, a fila de espera se forma antes do alvorecer | Crédito: Maicon Damasceno/O Caxiense
Da versão impressa.
















Comentários
13 de December de 2009 às 19:19
Quando os medicos assinaram o contrato de trabalho nao estava esclarecido o horario a cumprir? Quando os metelurgicos fecham as ruas para protestar a ‘sociedade’ reclama. Quando professores anunciam uma greve no fim do ano, a ‘opiniao publica’ questiona. E os medicos? Nao deveria haver mais discussao? Ah… talvez seja o fato de que os prejudicados so tenham importancia em epoca de eleicao.Onde esta o poder publico para agir? Onde estao as autoridades? Quem manda?
Eu nao acredito que nao tenha medicos serios e dispostos a trabalhar de forma correta!
Parabens pela materia!
13 de December de 2009 às 20:22
Este realmente não pode ser chamado de médico. É despachante de luxo pelo salário que recebe. O pior é que esta prática já é bem antiga e acontece também em alguns consultórios onde pacientes são atendidos por convênios/planos de saúde.
Infelizmente, como em todas profissões, há bons e ruins, mas este particularmente, que diz que o negócio é enganar, merece nosso total desprezo e expulsão da medicina.
14 de December de 2009 às 10:25
Na realidade, o que faltam são jornalistas sérios, comprometidos com a verdade.
Conheço o médico citado e posso dizer com certeza que não é o monstro pintado pela jornalista.
Já presenciei cenas, onde ele lutava pelos direitos dos pacientes, no próprio postinho, para que lhes fossem dadas condições dignas de atendimento.
Pena que a jornalista nunca tenha presenciado, pois assim saberia que ao invés de enganar, o que ele realmente faz, é mostrar a realidade, e o sucateamento da saúde pública de nossa cidade e do país. Claro que estas atitudes não são mostradas, pois manchariam a imagem do poder público.
14 de December de 2009 às 13:57
Nota do editor: a jornalista não pretendeu pintar o médico como monstro nem como santo. Limitou-se a reproduzir suas declarações e descrever suas ações. O jornal acredita que esse relato contribui para mostrar a realidade da saúde pública em Caxias do Sul.
24 de March de 2010 às 14:16
[...] A principal delas é piso salarial de R$ 7,5 mil, para 20 horas semanais de trabalho. [...]
24 de March de 2010 às 17:26
Esse Pessôa, que se diz cirurgião geral, não sabe tratar um simples dor de garganta. Ele estudou o que e aonde?
1 de April de 2010 às 08:37
[...] >>> LEIA TAMBÉM: “O negócio é enganar” [...]
7 de April de 2010 às 13:10
[...] >>> LEIA TAMBÉM: O negócio é enganar [...]
26 de April de 2010 às 08:15
[...] >>> LEIA TAMBÉM: O negócio é enganar [...]
11 de April de 2011 às 12:14
Esse é o problema dos médicos que só querem ser médicos por status e dinheiro é uma prova de que não estão nem ai com a sua profissão e nem ai para ajudar os pacientes. Que já são chamados de pacientes porque mesmo em consultas particulares ficam esperando de meia até duas horas pra serem atendidos. Infelizmente há muito disso: profissionais que só querem dinheiro que no caso nem se poderiam chamar de profissionais.
11 de April de 2011 às 12:19
“Eles não se deram conta ainda de que os médicos de hoje não ganham mais tanto quanto ganhavam antigamente”. Isso também é um absurdo. Legal ficar 5 anos num cursinho gastar 500 mil em uma faculdade se matar de estudar. o que políticos tem de especial para ganharem tanto? Nada porque no Brasil a maioria deles não estuda nada como o Tiririca e ganham rios de dinheiro pra fazer quase nada. E médicos que estudam?
4 de May de 2011 às 17:35
[...] de Saúde (SUS) não cumprem o horário para o qual são contratados, conforme O CAXIENSE mostrou em dezembro de 2009. Para cumprir a carga horária, os médicos pedem R$ 9.188,22 por 20 horas [...]
31 de May de 2011 às 10:34
[...] dos médicos que atendem pelo SUS não cumpre o horário para o qual são contratados, conforme O CAXIENSE mostrou em dezembro de 2009. Para cumprir a carga horária, os médicos pedem reajuste – o valor inicial solicitado, de [...]
13 de July de 2011 às 12:34
[...] A paralisação dos médicos recomeçou no dia 11 de abril, depois de ter sido interrompida por decisão judicial. Logo após a retomada do movimento, o sindicato pediu abono de 60% sobre o salário-base de R$ 2,2 mil para interromper a greve. Parte dos médicos que atendem pelo SUS não cumpre o horário para o qual estão contratados, conforme O CAXIENSE mostrou em dezembro de 2009. [...]
25 de July de 2011 às 19:20
[...] A paralisação dos médicos recomeçou no dia 11 de abril, depois de ter sido interrompida por decisão judicial. Logo após a retomada do movimento, o sindicato pediu abono de 60% sobre o salário-base de R$ 2,2 mil para interromper a greve. Parte dos médicos que atendem pelo SUS não cumpre o horário para o qual estão contratados, conforme O CAXIENSE revelou ainda em dezembro de 2009. [...]
15 de August de 2011 às 09:48
[...] que atendem pelo SUS não cumpre o horário para o qual estão contratados, conforme O CAXIENSE revelou ainda em dezembro de 2009. Para trabalhar durante o tempo para o qual são contratados, os médicos pedem reajuste – [...]
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